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30 de Outubro, 2017 - 17:29
Homem que matou menor em Tabaporã pode ter planejado esconder corpo com concreto

O caso que abalou a cidade de Tabaporã no último final de semana, poderia ter tido um outro desfecho segundo testemunhas.

Conforme uma testemunha, no mesmo dia que matou a garota Cristiellen Mariana Rezende da Silva, de 14 anos de idade o assassino Sinval Gomes Fonseca de 47 anos de idade, recebeu uma carga de areia e pedregulho, que talvez pensasse em usar de alguma maneira ocultar o cadáver da vítima.

A mesma testemunha relatou que há aproximadamente três dias antes do crime, Sinval adquiriu um aparelho de som e desde as 11 horas da manhã do dia do crime, sábado dia 28, manteve música tocando em volume excessivo, o que deve ter usado para abafar algum ruído ou pedido de socorro da vítima.

A jovem que tinha problemas mentais e morava vizinho da casa do autor do crime, tinha desaparecido na manhã do dia do crime, e era procurada por parentes quando foram informados pela testemunha, que a tinha visto adentrando a casa do acusado ainda pela manhã.

O crime

A Policia Militar foi chamada pela testemunha, que informou que Sinval estava dentro de casa sangrando. Ao chegar no local a Polícia constatou que a residência estava totalmente suja de sangue, estando ele despido e caído no chão do banheiro com um corte aparente no braço esquerdo, porém, com pulsação, motivo pelo qual foi acionada a emergência do hospital municipal.

Em buscas na residência, na tentativa de localizar os documentos pessoais de Sinval, foi notado grande volume de sangue no quarto da casa, próximo de uma cama, e ao levantar a cama foi encontrado o corpo da vítima, a menor Cristiellen Mariana Rezende da Silva, a qual estava nua, com aparentes perfurações de faca e já sem sinais vitais.

Detido, o preso sofreu tentativa de linchamento e teve que ser transferido de cidade, visando resguardar sua integridade física e depois de prestado seu interrogatório perante a Autoridade Policial foi encaminhado à Cadeia Pública de Porto dos Gaúchos.

O delegado plantonista pediu a prisão preventiva dele, que foi acatado pelo juiz.

Alegação

Na justificativa, o magistrado relata que está comprovado a materialidade do delito e indícios de autoria que recaem sobre Sinval, já que ele foi flagrado em sua residência, juntamente com a vítima.

“Verifica-se no presente caso, que é necessária a decretação da prisão preventiva, para garantia da ordem pública, bem como para inibir qualquer estímulo à prática de crime, além de ser conveniente para a instrução criminal. Vê-se que o delito repercutiu na cidade, sendo que, enquanto o acusado se encontrava na Delegacia de Polícia, várias pessoas se reuniram e ameaçaram invadir a Delegacia, causando tumulto, sendo necessário reforço policial para conter os ânimos.

Ante o exposto, com fundamento no art. 310, II, do Código de Processo Penal, homologo o auto de prisão em flagrante e, converto a prisão em flagrante de Sinval Gomes Fonseca em prisão preventiva”, destaca a decisão do magistrado.

Fonte: Porto Noticias
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