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25 de Novembro, 2017 - 11:21
Sindicalista preso em agência do Banco do Brasil nega confusão

O sindicalista, Antonio Wagner de Oliveira, de 36 anos, foi preso pela Polícia Militar, após se envolver em uma confusão dentro de uma agência do Banco do Brasil, localizada no Centro Político Administrativo (CPA), em Cuiabá, na tarde de quinta-feira (23).

De acordo com o boletim de ocorrência, o sindicalista tentava entrar na agência bancária quando a porta giratória teria travado. Uma funcionária teria pedido que ele tirasse o seu celular e tentasse passar novamente. O homem teria deixado o aparelho no lugar indicado, mas a porta voltou a impedir sua entrada.


Conforme o relato da funcionária, o sindicalista teria se exaltado e dito que a vítima “iria pagar” pelo acontecido. Na saída do banco, ele teria novamente ameaçado a mulher.


Neste momento, outra pessoa teria tentado intervir e os dois começaram uma discussão, o sindicalista teria empurrado a pessoa e a derrubando no chão. Outros funcionários do banco acionaram a Polícia Militar que encontrou todos os envolvidos bastante alterados.


No boletim de ocorrência é relatado que mesmo com a presença dos policiais, Antonio Wagner continuou a ameaçar a funcionária. Um policial que atendeu a ocorrência, disse ainda que o sindicalista, que também é advogado, desacatou os PMs e os ameaçou dizendo que era advogado e iria usar de sua influência para prejudicá-los. Desta forma, ele foi encaminhado à Central de Flagrantes para serem tomadas as medidas cabíveis.


Outro lado


O HiperNotíciasentrou em contato com o sindicalista que afirmou que não agrediu nem fisicamente nem verbalmente nenhum funcionário do banco. Antonio Wagner explica que a sua prisão foi um "absurdo" e que vai tomar todas as medidas cabíveis.


“Eles estão falando que eu fui detido por ameaça de funcionários, mas eu não sei se tomar providência legais pelo mal atendimento de um funcionário de banco significa ameaça e motivo para ser detido, algemado, preso em um camburão. Se for isso, a gente não vive em um regime democrático, até porque eu sou correntista e o banco não me faz o favor de bem me atender e prestar um bom serviço”, disse o sindicalista.


O advogado também nega que tenha agredido e xingado os policiais que estavam na ocorrência.


"Tudo o que estão publicando nos sites do Estado não foi o que de fato aconteceu. Eu não agredi funcionária de banco nenhum, muito pelo contrário, ela me agrediu verbalmente. Eu fui conduzido para a delegacia por desacato a nove policiais, na frente de todos que estavam no banco. Eu não xinguei nem agredi policial nenhum, eu fui humilhado e preso injustamente. Eu fui mantido por mais de uma hora em uma sala com nove policiais armados. Eu queria saber que risco eu oferecia para ser mantido daquela forma. O que eu sofri foi um abuso de autoridade e irei acionar todos os envolvidos judicialmente, pois tenho testemunhas de que fui na verdade uma vítima. Infelizmente é a conduto dos policiais como esses que mancham a imagem da corporação", finalizou.

Fonte: LUIS VINICIUS
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