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7 de Agosto, 2018 - 17:03
Trabalhadores de MT vão ao Canadá para ensinar funcionários de empresa frigorífica sobre cortes de carne brasileiros

Além dos cinco trabalhadores de Mato Grosso, outros 15 profissionais de outros estados também viajam para o exterior. O prazo para ficar no país é indeterminado.


Cinco profissionais que trabalham com desossamento de carnes em Mato Grosso viajam na terça-feira (7) para o Canadá, onde irão ensinar cortes de carne brasileiro para trabalhadores de uma empresa de processamento de carnes.




Além dos cinco trabalhadores de Mato Grosso, outros 15 profissionais de outros estados também viajam para o exterior. O prazo para ficar no país é indeterminado.



Os trabalhadores Robson de Jesus dos Santos e Valdinei Rodrigues da Silva, de Araputanga, a 371 km de Cuiabá, Pedro Luciano dos Santos e Reginaldo Ferreira de Castro, de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, e Rodrigo Mendes da Silva, de Diamantino, a 299 km da capital, foram os escolhidos em um processo seletivo para ir ao exterior.



De acordo com a empresa responsável, mais de 100 pessoas se inscreveram no programa. A seleção, no entanto, foi realizada através de uma análise de currículo, valorizando a experiência e desenvolvimento de cada funcionário.



O projeto foi criado em 2015 com o intuito de expandir a mão de obra brasileira. Segundo a empresa, alguns trabalhadores que foram para o exterior, atualmente são chefes de produção.



De acordo com Robson, que trabalha como desossador há mais de oito anos, a viagem será importante para melhorar as condições de vida da família e ele não pretende retornar ao país de origem.



“Eu fiquei muito contente por ser um dos escolhidos, me senti reconhecido. A minha família vai ficar no Brasil, mas, quando eu conseguir arrumar as coisas por lá, eles irão também. Tenho um filho de dois anos e quero buscar uma educação melhor para ele”, disse.



Robson nunca saiu do Brasil e não tem conhecimento de outras línguas, mas disse estar tranquilo com relação a isso, já que a empresa oferece um curso de dois anos de inglês básico.



“Quando temos uma oportunidade temos que agarrar, não importa as dificuldades. Será uma troca de experiências. Estou indo para ensinar, mas aprenderei muito com eles também”, pontuou.



Segundo Robson, ele e mais dois colegas de trabalho devem dividir o aluguel de uma casa até conseguirem se adaptar ao local.





Para a adaptação ao novo idioma, os profissionais devem receber aulas de inglês gratuita quatro vezes por semana.





 

Fonte: G1-MT
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