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5 de Setembro, 2018 - 08:38
Policial militar mata ex-mulher e tira a própria vida no DF

De acordo com informações preliminares, policial chegou ao local em uma motocicleta, chamou a vítima até o lado de fora da casa e disparou


No dia em que a Lei Maria da Penha completa 12 anos de sanção, um policial militar matou a mulher e tirou a própria vida no Riacho Fundo II. Segundo informações da Polícia Militar, Epaminondas Silva Santos, 51 anos,, lotado no 8º Batalhão, matou a ex-mulher Adriana Castro Rosa Santos, 40, por volta das 10h desta terça-feira (/87), na QN 7, conjunto 4, em frente da casa 13, Riacho Fundo II.


De acordo com informações preliminares, o policial chegou ao local em uma motocicleta, chamou a vítima até o lado de fora da casa e efetuou um disparo nela. Em seguida, atirou na própria boca. O óbito dos dois foi constatado no local pelos bombeiros. Eles eram pais de um menino de 11 anos e uma menina de 8.



Outros casos


Na noite dessa segunda (6), Jonas Zandoná, 44 anos, foi autuado em flagrante por feminicídio, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe e sem chance de defesa. Para a Polícia Civil, ele matou e jogou a mulher do terceiro andar de um prédio residencial na 415 Sul, nessa segunda-feira (6/8). Carla Grazielle Rodrigues Zandoná, 37, chegou a ser socorrida.

No entanto, teve uma parada cardíaca e morreu por volta de 19h35. A vítima já havia denunciado o companheiro por agressão duas vezes. A última, em 2016, na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam).



Na noite de domingo (5), o taxista Edilson Januário de Souto executou a tiros a mulher, Marília Jane de Sousa Silva, após uma discussão do casal. Depois de matar a companheira, estacionou o carrodela dentro do terreno, fechou o portão e saiu. O crime foi cometido na Quadra 405 do Recanto das Emas, por volta das 20h30. Até a última atualização desta reportagem, Edilson ainda não havia sido localizado pela polícia.



Somente em 2018, pelo menos 18 mulheres foram assassinadas no Distrito Federal. Os casos se assemelham não só pela brutalidade e covardia. O modo como os assassinos agem é parecido. Segundo especialistas, os algozes, geralmente pessoas com quem as vítimas se relacionam, começam com pequenas exigências, cenas de ciúmes, cobranças, brigas seguidas de presentes e pedidos de desculpas com promessas de mudanças.

Fonte: Metropoles
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