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2 de Outubro, 2018 - 08:28
Incêndio de grandes proporções destrói empresa

Um incêndio, cuja origem ainda é desconhecida, destruiu uma empresa que atua no ramo de eletrotécnica em Lucas do Rio Verde. Em pouco mais de duas horas o prédio foi tomado pelas chamas, comprometendo a estrutura construída em alvenaria na Avenida da Produção, bairro Bandeirantes.

As primeiras labaredas foram vistas por volta de 20h15. Imediatamente o Corpo de Bombeiros foi acionado e iniciou o combate às chamas. Porém, a intensidade e velocidade com que se propagou tornou difícil a tarefa dos militares que precisaram de apoio de caminhões pipa particulares e da Prefeitura Municipal. O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) também disponibilizou veículos para atender a ocorrência.

As chamas atraíram curiosos que se acotovelaram nas proximidades do prédio. Em poucos minutos, centenas de pessoas acompanharam o combate de bombeiros e voluntários. A primeira preocupação da corporação era evitar que o fogo se alastrasse para prédios vizinhos. Um deles acabou sendo afetado parcialmente. Enquanto uma equipe tentava fazer o rescaldo, outra equipe de voluntários procurou auxiliar os responsáveis pela empresa eletrotécnica retirando do interior equipamentos eletrônicos, peças e outros produtos e materiais que estavam no local que não havia sido afetado pelas chamas.

Nas imediações da empresa que sofreu incêndio funcionam um posto de combustível e oficinas mecânicas, empreendimentos com produtos de alto poder de combustão. Os responsáveis por essas empresas ficaram de sobreaviso. O gerente do posto de combustível fechou o estabelecimento, dispensando os funcionários.

Durante o trabalho de combate ao incêndio ficou visível a falta de estrutura do Corpo de Bombeiros para atuar numa situação desse porte. Não fosse o espírito solidário do luverdense a tarefa seria bem mais difícil. Contando com o carro autobomba da corporação militar, cerca de dez caminhões atuaram no atendimento a ocorrência. Outra situação apontada como falha é a ausência de hidrantes nas imediações dos comércios. “Os bombeiros têm feito vistorias constantes nos estabelecimentos e o que a gente observa é que os bombeiros têm cobrado bastante a instalação de hidrante perante os comércios”, assinalou o secretário de Trânsito e Segurança, Alexandre Andrade, que informou ter feito inúmeros pedidos para melhoria na infraestrutura do Corpo de Bombeiros, cujos soldados não mediram esforços para atuar na ocorrência.

Vistoria

De acordo com o comando do Corpo de Bombeiros em Lucas do Rio Verde, o local deverá passar por uma vistoria detalhada para avaliar os riscos de desabamento. Durante os trabalhos de combate, o comandante da unidade, Capitão Alex Queiroz, pontuou que existem grandes rachaduras no prédio. Algumas paredes, onde o fogo teve maior concentração, acabaram ruindo. Uma parede lateral precisou ser derrubada para extinguir um foco de incêndio em uma área identificada como depósito de produtos inflamáveis. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, a tendência é manter o local isolado nas próximas horas até averiguar com precisão quais os riscos de desabamento do imóvel.

“A gente não conseguiu calcular todo o estrago, mas acreditamos que mais de 50% foi destruído pelo fogo”, destacou o oficial militar, ressaltando que a grande dificuldade no combate a um incêndio de grandes proporções, como o da noite desta segunda-feira (01), é a falta de água, já que o caminhão de combate tem quantidade limitada disponível. Pra amenizar o problema, a corporação conta sempre com apoio da comunidade, cedendo caminhões e o próprio esforço para ajudar a combater as chamas. “Água não faltou. O problema é que esse é um incêndio grande e as pessoas não estão acostumadas, mas esse tipo de incêndio demora mesmo. E ainda tem a questão de armazenar um material combustível”, assinalou Queiroz, citando que havia muito óleo no local, o que manteve os focos de incêndio em locais de maior concentração do produto.

Fonte: ExpressoMT
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