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26 de Julho, 2019 - 07:51
Justiça nega liberdade a ex-diretor da PCE suspeito de permitir entrada de freezer recheado com 86 celulares em Cuiabá

Todo o material estava acondicionado dentro da porta de um freezer que foi deixado na Penitenciária Central do Estado (PCE) para ser entregue a um dos detentos.


O desembargador Pedro Sakamoto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), negou o pedido de liberdade feito pela defesa do ex-diretor da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, Revétrio Francisco da Costa, e do ex-subdiretor da unidade, Reginaldo Alves dos Santos.




A liminar foi indeferida e publicada no Diário da Justiça que circula nesta quinta-feira (25). O processo tramita em segredo de Justiça.



Revétrio, Reginaldo e três policiais foram presos durante a Operação Asspsia, desencadeada por agentes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), que chegaram até os servidores depois que um freezer 'recheado' com 86 celulares foi entregue na PCE no dia 6 de junho.



Todo o material estava acondicionado dentro da porta de um freezer que foi deixado naquela unidade para ser entregue a um dos detentos.



Equipes da GCCO estiveram na PCE e verificaram que não havia nenhum registro de entrada ou mesmo informações sobre a entrega do eletrodoméstico.



Por meio dos depoimentos, da análise das imagens e conteúdo de aparelhos celulares apreendidos, foi possível identificar e comprovar de maneira robusta que três policiais militares, dentre eles um oficial de carreira, foram os responsáveis pela negociação e entrega do freezer recheado com os celulares.


Com a ciência do diretor e do subdiretor da unidade, os militares enviaram o aparelho congelador que era destinado a um dos líderes de uma facção criminosa atuante no estado.



A Polícia Civil conseguiu comprovar que no mesmo dia, duas horas antes do freezer ser interceptado, os três militares e os diretores da unidade, participaram de uma reunião a portas fechadas com o preso líder da organização criminosa, por mais de uma hora, dentro da sala da direção.




No decorrer das investigações ficou constado ainda que o veículo utilizado para a entrega do freezer, na unidade, pertence a outro preso que também é considerado uma das lideranças da mesma facção.




Esse preso divide cela com o preso que receberia o equipamento.





 

Fonte: G1 MT
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