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11 de Outubro, 2019 - 09:33
Casos de malária aumentam 195% após instalação de garimpo ilegal em Aripuanã (MT)








 



Um levantamento feito pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) aponta que os casos de malária aumentaram 195%, entre 2018 e 2019, em Aripuanã, a 976 km de Cuiabá. No ano passado foram registradas 180 notificações da doença. De janeiro a outubro deste ano, foram 532 novos registros.





A SES afirma que esse aumento, provavelmente, está relacionado à instalação do garimpo ilegal, na região. Ainda segundo a secretaria, essa quantidade de casos é considerada surto da doença, no município.




Na tentativa de conter estes índices, a Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica, juntamente à Coordenadoria de Vigilância em Saúde Ambiental da SES, está monitorando o município desde junho.




Diversos treinamentos, sobre o uso de microscópios e identificação de vetores estão sendo ministrados. Ainda este mês, será realizada uma capacitação aos profissionais da saúde sobre diagnóstico e tratamento do paciente com malária.




O prefeito Jonas Rodrigues da Silva (PR) afirma que os casos estavam sendo acompanhados pela Secretaria Municipal de Saúde dentro do garimpo. Segundo ele, o risco de novas contaminações aumentou após a desocupação da área.




"Quando eles estavam no garimpo, estavam sendo monitorados, agora perdemos o controle e o risco de infecção é maior", afirmou ele.




Fechamento do garimpo



 




Na segunda-feira (7), a Polícia Federal, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e as forças de segurança do estado interditaram o garimpo ilegal que estavam funcionando no município.




Até o momento mais de 700 pessoas foram retiradas do garimpo. A maior parte foi levada para um parque de exposições da cidade. Equipamentos foram queimados e os buracos foram fechados com explosivos.




Só depois da desocupação total do garimpo é que os órgãos de controle ambiental vão poder entrar no local e avaliar o prejuízo causado ao meio ambiente.




Ocupação da cidade



 




Após a expulsão da área de exploração ilegal, os garimpeiros ocuparam as ruas do centro da cidade. A avenida principal foi bloqueada e outros veículos foram impedidos de passar. O comércio fechou as portas.





Até a polícia só consegue abastecer as viaturas com escolta, por causa do risco de ataques. O prefeito decretou 'situação de emergência' no município.





 




 








 






 



 















 


 


 



Fonte: G1 MT
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