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18 de Maio, 2022 - 14:09
Veja quem são as vítimas que morreram em acidente de ônibus na BR-163 em MT

Acidente foi registrado nessa terça-feira (17). Oito pessoas morreram na batida entre o ônibus de viagem e uma carreta.

Oito pessoas morreram em um acidente grave envolvendo um ônibus de viagem e uma carreta na BR-163, em Sorriso, no norte do Mato Grosso, nessa terça-feira (17). As mortes foram confirmadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Nesta quarta-feira (18), a PRF revisou o número de mortes no acidente de 11 para oito. Segundo a PRF, houve um equívoco porque foi feita a contagem no local e somado ao dos hospitais.

A polícia informou que há outras vítimas em estado grave.

Sete passageiros que morreram ainda no local do acidente foram encaminhados diretamente ao Instituto Médico Legal (IML) de Sinop. Um morreu depois no Hospital Regional de Sorriso.

As vítimas identificadas são:

Sidinei Oliveira Cardoso

Sidinei Oliveira Cardoso, de 48 anos, era passageira do ônibus. Ela era professora de português na Escola Estadual Edeli Montovani. Sidinei estava com o filho de 13 anos, Carlos André, que também morreu.

O corpo de Sidinei será velado na Funerária Luz e Vida, no Centro da cidade. O enterro está previsto para às 15h30 no cemitério de Sinop.


Carlos André

Carlos André, de 13 anos, era filho de Sidinei e estava como passageiro do ônibus. Estudava na Escola Estadual Edeli Montovani, onde a mãe era professora. O corpo do garoto será velado na Funerária Luz e Vida, no Centro da cidade. O enterro está previsto para às 15h30 no cemitério de Sinop.

Brenda Nunes Ronsoni

Brenda Nunes Ronsoni, de 24 anos, era moradora de Água Boa, a 736 km de Cuiabá. Ainda não há informações sobre o velório e sepultamento.

Pedro Henrique Rodrigues Leal Pinto

Pedro Henrique Rodrigues Leal Pinto, de 21 anos, era morador de Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá, e estava como passageiro do coletivo.

Alfredo Lopes da Silva

Alfredo Lopes da Silva, de 65 anos, morava em Cuiabá e também era passageiro. O ônibus saiu da capital para Sinop. Ele era marido da passageira Maria Carneiro, que também foi a óbito no acidente.

Maria Carneiro

Maria Carneiro, 61 anos, era passageira. Moradora de Cuiabá, era casada com o Alfredo Lopes, de 65 anos.

Clayton Silva

Clayton Silva, de 37 anos, era morador de Nova Mutum, a 269 km de Cuiabá. O passageiro era papiloscopista e trabalhava no Instituto Médico Legal de Sinop , no norte do estado.

Deborah Costa de Almeida

Deborah tinha 21 anos e era passageira, mas não há mais informações sobre ela.

O acidente

Todas as vítimas fatais estavam no ônibus de viagem, que transportava mais 45 passageiros.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) informou que, até o início da noite dessa terça-feira, foram transferidos nove pessoas feridas para o Hospital Regional de Sorriso e quatro para o Hospital Regional de Sinop.

"É importante frisar que ainda podem ocorrer novas transferências. Quanto ao quadro de saúde dos pacientes, a SES esclarece que não comenta informações de pacientes internados na Rede de Assistência Estadual", diz.

O ônibus havia saído de Cuiabá com destino a Sinop, a 503 km da capital, e faria a última parada antes da chegada. Já a carreta saiu de Sinop com destino a Rondonópolis.

O acidente ocorreu entre Sinop e Sorriso, no km 799 da BR-163.

Trecho perigoso

O trecho da BR-163, no médio-norte, onde ocorreu acidente, é considerado um dos mais perigosos de Mato Grosso, segundo o chefe da Polícia Rodoviária Federal de Sorriso, Leonardo Ramos. Um levantamento da Confederação Nacional de Transportes (CNT) mostrou que a BR-163 é a rodovia que mais mata no estado.

"É um trecho extremamente perigoso. Um show de imprudências e desrespeito à sinalização, de excesso de velocidade, e o resultado, infelizmente, é esse", disse o policial.

Segundo a CNT, apenas no ano passado, o número de mortes na BR-163 chegou a 223 no estado. O estudo ainda apontou que, em média, acontecem 41 acidentes com vítimas a cada 100 km de rodovia.

Causas do acidente

O chefe da PRF disse que as causas do acidente ainda serão apuradas. No entanto, informações preliminares levantadas pelo perito Leandro Valendorf no local do acidente apontam que em uma das pistas tem uma marca de frenagem produzida pelo ônibus.

O perito explicou que essa marca indica que, possivelmente, o coletivo invadiu a pista contrária. Ele afirmou que a alta velocidade não foi a causa do acidente.

Fonte: G1
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